Adoçantes: Quais são os menos nocivos a sua saúde?

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Em busca de uma opção mais saudável?

adoçantes

Com tantas opções no mercado, é difícil saber qual adoçante é o mais indicado para você. Aspartame, sacarina, xilitol, entre tantos outros adoçantes invadiram nossas vidas nos últimos anos por conta de consumidores com diabetes e principalmente pessoas preocupadas com a saúde que desejam emagrecer ou manter o peso.

O objetivo principal de todo adoçante é a substituição do açúcar, no entanto cada tipo possui peculiaridades. Abaixo, seguem a lista dos principais adoçantes naturais ou não utilizados pelos brasileiros. Saiba como escolher o seu!

Adoçantes naturais

Frutose

Mais doce que o açúcar, esse adoçante é extraído de frutas e do mel e possui 4 cal/g, o mesmo valor do açúcar comum. Ele não é indicado para diabéticos e para dietas de restrição calórica. O excesso de frutose pode causar o aumento de triglicerídeos e ainda provocar cáries.

Esteviosídeo ou Stévia

É derivado de uma planta nativa da América do Sul (stevia rebaudiana), e não possui calorias nem altera os níveis de açúcar no sangue. Adoça 300 vezes a mais que o açúcar e pode ser usado em altas e baixas temperaturas. A dose diária máxima é de 5,5mg para cada 1 kg de peso corporal. Apesar de ter um sabor próximo ao açúcar, o Stevia deixa um forte amargo após ser consumido.

Sorbitol

É um adoçante extraído de algumas frutas como maça, ameixa e em algas marinhas. Tem 0,01 caloria por gota e não é recomendado para diabéticos e obesos. Possui 50% menos doce que o açúcar e é muito utilizado em balas, chicletes e biscoitos. As doses muito altas podem aumentar a perda de cálcio, e tem ação laxativa e diurética.

Adoçantes artificiais

Aspartame

Tem poder adoçante 200 vezes maior superior que o açúcar. É muito utilizado principalmente nas bebidas dietéticas e contém 1,3 cal/10 gotas e em pó tem 4cal/g. Muitos estudos acusam que esse adoçante pode causar danos ao cérebro, câncer e Mal de Alzheimer.

Sacarina

Produzida a partir do ácido toluenossulfônico derivado do petróleo, tem o poder adoçante 300 vezes a mais que o açúcar. Não contém calorias, mas tem sódio em sua composição por isso é contraindicada para hipertensos. Uma pessoa com 70kg pode consumir até 28 sachês por dia. Algumas pesquisas apontam que o uso de sacarina pode aumentar o risco de câncer de bexiga.

Ciclamato de sódio

Também derivado do Petróleo, o ciclamato é produzido a partir do ácido ciclo hexano sulfâmico e tem poder adoçante 50 vezes a mais que o açúcar. Não possui calorias e pode ser usado por diabéticos, mas também é contraindicado para hipertensos por contém sódio. Pode ser encontrado em adoçantes e refrigerantes zero. Também potencializa agentes cancerígenos.

Sucralose

É extraído da cana de açúcar e tem o poder adoçante de 600 vezes superior que o açúcar. Não contém calorias e é muito usado em produtos diet, light como refrigerantes, bebidas gasosas e doces. Pode ser consumido por diabéticos, hipertensos e gestantes. É contraindicado para pessoas que têm distúrbios na tireoide.

Acessulfame K

Não possui calorias e adoça 125 vezes a mais que o açúcar.  Não há restrição de uso para diabéticos e hipertensos. No entanto é proibido para portadores de doenças renais e outras doenças que restringem o consumo de potássio. É muito utilizado pela indústria combinado ao ciclamato de sódio e aspartame. Apresenta também sabor residual amargo.

Xilitol

Possui sabor semelhante ao da sacarose. Não é encontrado puro pois normalmente é usado na composição de outros adoçantes para atenuar o gosto amargo. Tem 2 cal/g e a dose diária não pode ultrapassar 30g. Seu poder adoçante é de 50% da sacarose. O diferencial é de causar uma sensação refrescante na saliva, no entanto se consumido acima da dose diária pode causar diarreia.

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